Quem te disse que para ser assertiva deves perder a tua doçura, pode estar enganado.

Quem te disse que para ter um projeto sustentável no coaching precisas de vender packs de 12 sessões, pode estar enganado.

Quem te disse que para ter sucesso no coaching precisas de ter um método único e criado por ti, pode estar enganado.

Quem te disse que para conquistar sonhos nunca podes desistir, pode estar enganado.

Quem te disse que tudo deve estar perfeito para seres uma referência de autoridade, pode estar enganado.

Quem te disse que é falta de coragem não arriscar, pode estar enganado.

Quem te disse que encher a agenda é sinal de sucesso, pode estar enganado.

Deixa-me dizer-te porquê:

Essa “pessoa” que te disse isso, está a deixar de lado a tua janela de tolerância para sentir o tamanho do teu “contentor” emocional.

Somos únicos na forma como integramos as nossas histórias de perda, de conquista, de desafio.

Essa unicidade perde-se quando somos alvo de “fórmulas únicas, chave na mão” que servem para todos.

Ser empreendedora como profissional do coaching e estudante de trauma e Experiência Somática tem-me ensinado muito sobre esse lugar de respeito pelos meus limites, esse lugar de dignificar a minha experiência, esse lugar de compreender as respostas fixadas que me protegem e me ajudam a continuar.

Esse lugar de acolher as crenças que surgiram como respostas a experiências traumáticas.

Ter um negócio tem mais a ver com a nossa janela de tolerância emocional do que com quanto estamos a faturar. 

Faz sentido para ti?


 
 
 

Abraço sereno,

Ana Higuera

 

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